13/04/2017

DINÁ, UMA VÍTIMA INOCENTE

 
 

Diná foi a única mulher dentre os doze filhos de Jacó ela era filha de Lia. Quando seu pai Jacó finalmente se estabeleceu por um tempo na cidade chamada Siquém, ela decidiu sair para conhecer o lugar e quem sabe talvez conhecer novas pessoas. A Bíblia não deixa claro, mas parece que Diná era uma adolescente com a juventude a flor da pele, ela saiu ignorando os perigos de uma região desconhecida, talvez porque não via maldade nas pessoas por causa de sua inocência de menina.
 
Aquele passeio que começou motivado pela curiosidade acabou em tragédia do estupro de Diná, praticado pelo jovem príncipe de Siquém.
 
"Viu-a Siquém, filho do heveu Hamor, que era príncipe daquela terra, e , tomando-a, a possuiu e assim a humilhou." (Gênesis 34:2)
 
Mas a diante no versículo 26 de Gênesis 34, indica que além de estuprada, ela também foi sequestrada (dê uma lida no versículo). Mesmo que muitos digam que ela mereceu ser estuprada porque saiu de sua zona de conforto e proteção, nada, eu repito, nada justifica tamanha atrocidade; Diná não mereceu o que lhe ocorreu. Ela não saiu de casa desejando que isso lhe acontecesse, mas aconteceu e isso não é culpa dela.
 


 

Depois que Siquém a estuprou, ele se aproximou do pai de Diná para pedí-la em casamento, como era costume na época. O príncipe a queria tanto que pediu a Jacó para estabelecer o preço do dote da noiva (v. 12) Hamor também propôs uma aliança entre os dois povos (algo que era proibido por Deus). Apesar de Siquém tentar consertar a burrada que fez, pedindo a moça em casamento, não obteve sucesso e pagou com a vida.
 

Os irmãos de Diná lhes armou uma emboscada, dizendo para que eles se circuncidasse, deixando a população masculina em desvantagem, e depois, os massacraram. Como vingança do estupro, todos os homens foram assassinados, viúvas e crianças foram escravizadas e Jacó e sua família foram obrigados a sair da cidade para que Diná tivesse a chance de recomeçar a sua vida e obter um bom casamento no futuro, e com essas atrocidades toda o nome de Deus foi desonrado entre os idólatras.
 

Isso nos deixa uma lição: A curiosidade com relação ao mundo pode coloca-la em situações nas quais vão sofrer nas mãos de pessoas incrédulas.
 

Embora hoje em dia ainda existe esses crimes hediondos, a maioria da população inclusive mulheres, vê que a culpa desse crime é única e exclusiva da mulher, como que se o homem não tivesse maldade em seu coração e desejos pecaminosos. Outros dizem que a mulher é estuprada pela roupa que veste, eu não concordo, naquela época, as mulheres vestiam vestidos largos e cumpridos até os pés, até mesmo se arrastando pelo chão, outros afirmam que é a beleza feminina que instiga isso nos homens, na verdade o que leva um homem fazer tais coisas é a maldade que está nele e em seu coração de tal modo que o domina, mas para "aliviar" a culpa de si mesmo transfere toda essa culpa de seus crimes e sua maldade para a vítima, que naquele momento estava indo trabalhar, passear, fazer compras, ou até mesmo dentro de casa cuidando dos afazeres domésticos.
 

Estupro pra mim não é nada mais que uma forma grotesca e sem caráter, de maldade em nível hard para querer demonstrar sua força física, seu suposto "domínio" e até mesmo colocar um fim na "raça feminina" na qual Deus criou e as formou com muito amor com propósito de ajudar o homem em sua missão na terra. Certamente, aqueles que praticam tais coisas e não se arrependem, terá a sua alma lançada no inferno.
 
 
Quem fere uma mulher,
fere a imagem de Deus!
 


 
 

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Foto: Rede Record
Fonte: Bíblia de estudo da Mulher - editora Mundo Cristão
Marcela Barrozo interpretando Diná jovem na minissérie José do Egito na Rede Record
 
 
 

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